quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Assista: Candy

Sobre o filme: É a história de um casal de viciados, onde ela é uma pintora que não vende seus quadros e ele é um poeta que não consegue vender suas poesias. Sem preocupações, sem ambições, eles vivem para o vício e para ficarem juntos, até perderem o controle e precisarem tomar ações extremas, como roubar e se prostituir. Contam com a ajuda de uma amigo, para comprar drogas ou para entrarem na "viagem" juntos. É narrado por Dan, que nos conta como é ir do céu ao inferno em menos tempo do que podemos imaginar.
Indico por que: No começo parece um filme bobo, sobre dois jovens inconsequentes, que só pensam em transar e ficarem "altos", mas ao longo do filme pude ver os efeitos das drogas na familia deles, coisa que geralmente não se vê muito na telona. O legal também é que o filme é Australiano, e tem uma dinâmica um pouco diferente dos filmes americanos. Um certo humor em momentos que ele mesmo não existe. Exibido em 2006, com o falecido Heath Ledger no elenco, o Coringa do filme Batman - O cavaleiro das trevas, e Geoffrey Rush, o Capitão Barbossa do Piratas do Caribe. Na minha opinião, uma das melhores cenas é a tentativa de desintoxicação dos dois, que resulta em algo nada bom. Filme triste, leve apesar do assunto e com um final diferente, como gosto de ver. Assista, e depois, se gostar, comente. Ou comente se não assistir, ou se não gostar...aliás, apenas comente.

Nota: 6,9

sábado, 24 de janeiro de 2009

Assista: Coraline

Para fãs de animação em stop motion, uma notícia boa: será lançado em 13/02/2009 o filme "Coraline", de Neil Gaiman. Ele é dirigido por Henry Selick, o mesmo diretor de "O estranho mundo de Jack" e estranhamente não tem nada de Tim Burton na produção. O filme ficou em nada menos do que US$ 70 milhões, com cenários enormes e bonecos com várias expressões faciais, o que deve ter dado muito trabalho, mas deve compensar no resultado final. A história é baseada no livro de Neil Gaiman de título homônimo, em que uma garotinha entediada por ter que ficar em casa em um dia de chuva, acaba encontrando uma passagem para um mundo parelelo na enorme casa que mora. Nesse mundo paralelo existem as mesmas pessoas que no mundo real, só que diferentes, algumas mais divertidas, outras mais sombrias. Coraline tem que decidir entre ficar no lugar onde seus pais são divertidos, ou no mundo real, onde tudo parece muito chato. É uma história de Alice no país do espelho aos olhos de Neil. Parece ser bom, e já estou na espera para ver como será que eles gastaram US$ 70 milhões em uma animação. A dica está dada! Quando eu assistir o filme posso dizer se valeu a pena esperar, e comentar!



sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Herdeiros de Romeu e Julieta.

Estamos acostumados a ver em série, novelas, especiais, em quase todo tipo de exibição, o mocinho que gosta da mocinha mas não pode, ou não consegue ficar com ela por diversos motivos,pessoas ou situações. Não sei de onde vem a idéia inicial, mas só me faz pensar em uma hipótese: essa é uma herança de Romeu e Julieta! Casal que tenta a qualquer custo ficar junto é uma história que sempre rendeu, em livro, cinema, tv. Se a receita deu certo, porque não propagá-la? Mas, nenhum dos roteristas e escritores imaginam que esse enredo já está batido? Desde que consigo entender o que vejo, estão aí novos casais, e a minha indignação se dá somente agora, porque ao ver nessa segunda-feira a nova temporada de Malhação, fiquei revoltada! Toda temporada tem o moço bonzinho que gosta da moça boazinha, mas tem sempre um mau ou uma má que quer separar o casal. São quantos anos dessa "novela"? Quantas vezes teremos que ver o mesmo enredo só mudar de personagem? É deveras cansativo. Muitas vezes não termina em tragédia, como na trama original de William Shakespeare, na verdade, na maioria das vezes, quem sofre mais são as pessoas que acompanham a trama, por querer ver logo todos unidos. Admiro filmes inteligentes que o objetivo é algo mais do que te ver roendo as unhas para que tudo dê certo. Adoro quando o personagem principal morre, fica sozinho, qualquer coisa que fuja do esteriótipo do sempre feliz para o dois que lutaram até conseguir ficar junto. Já está batido demais... Mas, assim como tem gente que não se cansa de ver, também tem gente que não se cansa de produzir. Cópias de cópias, uma atrás da outra, insistentemente. A onda está até em um de meus filmes favoritos, no Hellboy, onde o personagem principal é apaixonado por Liz Sherman e sempre foge para vê-la! E o que acontece no final? Ele fica junto dela. Em HQ temos casais que não conseguem ficar junto, porque o superherói não pode revelar sua identidade, como Superman, Homem Aranha (se bem que depois de tanto ficarem longe, acabam casados) e assim por diante. Em qualquer meio de entretenimento, é uma história que rende, e rende muita história, muitos vilões, muitas trapalhadas, muitas risadas e muito nervosismo, porque no final, você só quer ver os dois juntos. Coisa que não conseguimos ver no original, e esperamos ver em outros lugares, até mesmo em nossas vidas. Somos sonhadores, queremos idealizar como será ao encontrarmos a pessoa que escolhemos para ficar o resto de nossas vidas juntos, embalados na mais clássica história de amor que conhecemos. Mas assim como na vida real, nem sempre o objetivo é ficar com alguém, as vezes o personagem é um lobo solitário, que segue seu caminho sem se preocupar com quem ficará no fim de tudo. Suas peças marcaram nossos tempos, William Shakespeare era um grande escritor, mas como será que ele reagiria ao ver uma de suas obras, tão banalizadas? Talvez ele esteja se remexendo no caixão nesse momento...

sábado, 10 de janeiro de 2009

Assista: Ten Inch Hero!

A história do filme é: Se passa em uma cidade litorânea, onde os personagens principais são cinco funcionários de uma lanchonete, que faz sanduíches por tamanho, como o nosso conhecido "SubWay". Um lugar bem descontraído onde um tenta ajudar ao outro, como no caso de Piper, que tenta encontrar sua filha que foi adotada, Priestly que está sempre disposto a discutir assuntos diversos durante o expediente, Tish, a gostosona que só pensa em se dar bem, Jen, a funcionária nerd que é apaixonada por um cara na net e o chefe, Trucker, que é o mais velho e um simpático hippie. O filme vale por várias cenas, como uma conversa entre as três garotas com frases de músicas dos Beatles, ou Priestly, o rapaz de moicano azul comprando absorvente no supermercado, e músicas legais de fundo.
Sobre o filme: No começo você pensa que é mais um filme de jovens americanos que só pensam em se dar bem, e que não vai além disso, mas a mensagem do filme é mais profunda. Engraçado que na quinta-feira eu conversava com um amigo sobre relacionamentos baseados em aparência. Em mulher gorda, magra, enfim, pessoas que julgam para ficar junto, criticam e se deixam levar pela aparência, sem se preocupar com o conteúdo. Tanto a nerd, quanto a gostosona, quase todos do filme, acabam tirando conclusões erradas sobre as outras pessoas, julgando pela aparência. O filme mostra muito isso, que não precisa ser linda, magra, cabelos lisos e brilhantes para ficar com o cara bonito, ou que simplismente, beleza não importa. E não importa mesmo. Fico muito triste quando percebo que existem ainda pessoas vazias e superficiais que julgam dessa maneira. O pior pode não ser o que julga que eu estou gorda, o pior é quando eu me convenço de que estou gorda, e deixo de me sentir interessante, importante ou até mesmo bonita. É nessa parte que a gente se afunda devido ao que os outros pensam da gente. Você está acima do peso, mas não vê problema nisso? Que se dane quem acha que é um problema. Se você acha que enquanto não tiver uma indicação do seu médico que a sua taxa de colesterol subiu, não precisa se preocupar, então não se preocupe. Existem coisas mais importantes para se pensar. Gostei tanto do filme que assisti a duas vezes seguidas hoje, e no final, tive a mesma impressão dele: muito bom e nos faz sentir bem no final. Se você não é uma pessoa que julga, assista porque vai se identificar e perceber que existem outras maneiras de pensar. Para você que julga, o que está esperando para assistir? É um filme de 2007, e nem sei se vai passar no Brasil ou não, mas baixei na net. Tem atores de séries como Jensen Ackles, de Supernatural, Clea DuVall de Heroes e Carnival, entre outros...Voalá!

Nota: 9,5

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

O que passou, passou.

Como é dificil desligar do passado... Desligar das pessoas do passado. Eu lembro da minha melhor amiga na primeira série, e da terceira série. Sempre mudava, de um jeito ou de outro. Ou a amiga ia embora, ou mudava de sala, ou eu era tão mala, que elas não me aguentavam. Existiu a casa onde passei doze anos da minha infância, a casa onde havia um pomar. Eu acordava cedo nos dias de férias, para assistir "Mundo da Lua", o leiteiro chegava com aqueles enormes barris. Enquanto nossa mãe esquentava o leite, a gente se divertia vendo o Lucas Silva e Silva aprontando. Brincávamos nas árvores, no quartinho de marceneiro do meu avô. Havia um barril de ferro com areia dentro, que eu e meu irmão usávamos como nave espacial, casa, esconderijo, tudo quanto é coisa que poderíamos imaginar. Era uma época simples, como geralmente a infância é. Mas o passado não está só na infância, está também no ano passado, no mês passado, na semana passada. Quando eu tinha que estudar eu não queria, agora que não preciso mais, sinto falta do cheiro do caderno novo,e da ansiedade da primeira aula. Como era angustiante e bom ficar esperando o professor novo entrar na sala, e descobrir com o tempo, se ele era bom ou não em ensinar, ou bom para não ensinar nada (nessa idade a gente quer mais é matar o tempo). Então vem a faculdade, onde a gente paga, sem perceber, para não aprender nada (vide a minha faculdade, não vou generalizar). E quando acaba a faculdade, a gente espera encontrar algum emprego na área, e espera... Eu fiquei só esperando. Entre um emprego e outro, um namoro e outro, a gente perde muito tempo. A gente só ganha experiência, aprende como fazer para não falhar naquilo novamente. Aprende que confiar demais pode ser perigoso, e que não confiar pode ser solitário. Mas aprende. Hoje em dia não existe mais paciência para ouvir um cd de música, mas na adolescência tinha tempo para ouvir vinil. E ouvi muito Mozart, porque aprendi a gostar. Um gosto imposto, é verdade, mas acabasse criando o gosto. Hoje baixo músicas para ouvir no celular, músicas que enjoo em três meses. Nós vamos crescendo, e perdendo o gosto em algumas coisas. O que era simples não existe mais, e só existe coisas cada vez mais complicadas. Pagar contas, assumir mais responsabilidades, nos sentir mais responsáveis até quando não somos. E assumimos tudo! Como se dependessem de nós, como se a gente tivesse começado uma nova família. Minha família ainda são só duas pessoas. E quando serão três? Então vem as contas, e desempregada, como ajudar? Então vem o ócio, e com ele várias idéias. Lembre-se "mente vazia oficina do diabo". Quem não escutou isso? Então, quando a gente não tem nada bom para pensar, lembra de quando tudo era bom. E é assim que a gente não se desliga do passado, ele é que desliga da gente, porque o tempo nos faz esquecer os detalhes, e nada será lembrado como era antes. Quando você quer se confortar, você vê seriados, novelas, filmes, lê livros, escuta música, joga, conversa e tudo mais o que faça você não se sentir sozinho, e inútil. Eu lembro todos os dias, de pessoas, lugares, ocasiões, todos momentos em que estava feliz, e me deixa triste pensar que acabou. Mas a gente vive de criar novas situações, viver tudo de novo, com pessoas diferentes, em lugares diferentes. Quer reviver? Escreva um livro! Existem várias histórias que você pode contar para outras pessoas, e elas podem se interessar. Só não pense que sua vida passou, à toa.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Até você faria.


Se você leu o texto da foto acima e pensou o mesmo que eu, estamos em sintonia. A primeira vez que vi essa foto na net, achei que estava tirando um sarro de artistas que pintam quadros tão abstratos que até uma criança faria. Mas não é bem isso. Essa garotinha realmente pinta esses quadros e vende por muitos mil dolares. Pasmem! Então, eles estão mesmo tirando sarro dos artistas, ou dizendo que essa garotinha é um gênio? Até eu faria, e até você faria um quadro desses. Eu sou boa em cópias, eu reproduzo muita coisa, como quadros do Romero Britto, se eu quissesse, porque é uma pintura simples. No entanto, eu não teria a capacidade de reproduzir um quadro mais trabalhado, com paisagem ou retrato de pessoas. Para mim, arte é um quadro que eu possa entender. Uma figura, uma paisagem, um contorno. O máximo que posso aceitar de abstrato é uma silueta, uma sombra que pareça algo. Agora, formas geométricas, pinturas que mais parecem que vc passou por cima da tela com o pincel pingando, para mim isso não é arte. Vá lá quem curte, nada contra, mas eu não pagaria 25 mil dolares no quadro da garotinha acima. Até eu faria isso. Recentemente eu comecei a ocupar meu tempo ocioso, fazendo caixinhas com decoupage. Eu compro a caixinha pronta, eu compro o guardanapo pronto, eu colo o guardanapo, dou o arremate com tinta e voualá! Tá pronta! Obra de arte? Porque pintei sou artista? Não, eu acho que é a minha coordenação motora que me faz segurar o pincel sem tremer, que me faz conseguir passar a cola e o verniz sem estragar o guardanapo (porque já vi pessoas que não conseguem fazer sem deixar o guardanapo amassar), mas eu jamais diria que é arte. Assim como se, um dia muito louca, bêbada, eu pisasse em tinta, e passasse por cima da tela, caisse de bunda e depois fosse vender o quadro, e ainda por cima com um título bem criativo "O Eu profundo melancólico". Tem quem acha que isso é arte, eu acho que é falta de talento para pintar um bom rosto. Picasso? Eu acho os quadros dele engraçado. Não estou desdenhando porque nunca poderia comprar um quadro dele, estou falando a verdade mesmo. Eu olho para os quadros dele, e dou risada, e penso: Eta Picasso, ele era um fanfarrão... Leonardo da Vinci era um artista de verdade, assim como muitos outros que sabemos o que eles pintaram, a gente não precisa fingir que entendeu o que nem eles mesmo entenderam o que fizeram, numa tarde muito loucos. Eu até pensei em comprar uma tela e pintar um Romero Britto, só de curtição, para deixar aqui em casa, já que eu não poderia comprar um original. Eu sou boa para copiar obras de arte, até a obra que está acima, da menininha. Eu não acho arte, mas tem quem ache. As pessoas que compram acham que é arte. Quem vai contestar?

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

O caminho do meio.

video

Para quem conhece a filosofia budista, conhece esse termo “caminho do meio”, que é bem explicada quando lembramos do filme “O pequeno Buda”, onde Keanu Reeves faz Siddhartha Gautama, que deixa a vida de príncipe no castelo de seu pai, vida de fartura, para viver junto aos ascetas, homens que abdicaram tudo na vida e alimentavam-se com um grão de arroz por ano. Certa vez, Siddhartha estava sentado à margem do rio, e viu em uma canoa um velho músico que ensinava o aluno a afinar a corda de um violão. “Se você esticar muito a corda ela arrebenta, e se deixar ela muito frouxa, não tocará.”. Nesse momento, Siddhartha percebeu que o caminho certo era o caminho do meio. Não devia seguir a vida de riquezas, nem a vida de pobreza, tão pouco privar se de se alimentar. Porque estou contando isso? Não estou pregando o budismo, até porque nunca vi ninguém pregar essa religião, que segundo meu sogro, é mais uma filosofia do que uma religião, o que concordo de certo modo. O fato é que eu sempre uso esse termo na minha vida. Posso usar isso para tudo. É saber que existe uma linha, mesmo que tênue, que separa o que é exagerado, do quase inexistente. É a linha entre todos os extremos opostos. E porque não usar também na vida a dois, em relacionamento. Eu tive um namorado que era carinhoso demais, tive um que nem sabia o que era carinho. É um exemplo de relacionamento que posso citar aqui, porque esse não é um blog erótico, é mais um blog de opinião. Então, se só conheci extremos, como seria o homem do caminho do meio? Um homem que abre portas ao descer do carro? Que lhe puxa a cadeira para sentar? Não procuramos um homem educado apenas, ele pode até fazer o que citei acima, mas não é só isso que buscamos. É dar carinho, mas que não seja grudento. É ter ciúmes, nem que seja para que percebamos que ele se preocupa com a gente. É sair com a gente quando precisamos comprar presentes, e não chatear-se com isso, ao contrário, ele também procurar presentes para dar, e pedir sua ajuda para escolher, e quando menos perceberem, estarão escolhendo juntos, presentes não para quem deviam escolher, mas sim para si mesmo, já que são péssimos para ter foco no que estão fazendo. É passear no shopping, sem pensar que existe um propósito para isso. É ele lhe agradecer por participar da sua vida, mesmo que pouco, mas aquele seu rosto lhe confortar quando ele precisar ouvir um elogio, por mais que ele sempre receba de outras pessoas. Ele sabe que é importante, não só pra você, mas para as outras mulheres que sabem que ele é especial. E como dizer isso para ele, se ele já conhece a sensação de ser tão querido? Você não diz nada, ele sabe. Você sente cada vez mais vontade de passar um dia com ele, porque o dia é tão agradável, que você nem percebe que já é hora de voltar para casa, e ele lhe acompanha, te leva até o mais próximo que ele possa te levar, e faz piadinhas no caminho, para que você não fique nervosa por andarem por ruas vazias, quando começa a escurecer. Ele não te deixa sentir que ele também está com medo. Ele quer que você seja a pessoa mais segura do mundo, e que isso aconteça quando está com ele. Você se sente segura. Ele gosta das mesmas coisas que você. Ele também é apaixonado por filmes, histórias em quadrinhos, computadores, fotos, comidas, viagens, pessoas, entre outras coisas mais. Ele entende a sua paixão por máquinas fotográficas grandes e desengonçadas, só porque você gosta de parecer uma fotografa profissional, mesmo que seja amadora. Ele se preocupa em fazer você se sentir bem. E por mais que às vezes pareça que ele não pode te ver, ele sempre dá um jeito para que isso aconteça. Você gosta do cabelo dele, do cheiro dele, do olhar dele, do jeito que se veste, do jeito como fala e anda. Acha graça que às vezes ele pareça se importar em como você o vê, e você nunca acha que ele está sendo inconveniente. Ele nunca é demais. Ele sempre te anima, sempre te deixa com um sorriso no rosto. Ele é amigo, é um irmão. Ele é o homem do caminho do meio. Não precisa apertar demais, ou deixar a corda frouxa, o violão vai tocar, do jeito que deve ser. E se você soubesse que esse homem realmente existe? Nem sempre ele vem no tempo certo, da maneira certa, nem sempre ele é o homem certo. Eu sempre quis escrever sobre isso, mas eu acabo sempre devaneando, e deixando que minha imaginação voe longe, mas, é disso que vivemos, de imaginar. Hoje meu post é para pensar. Você achou o seu caminho do meio no amor? Se a resposta é não, vamos continuar procurando, ou ele nos achará.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Notícia da semana.

Pode ser que vc já soubesse, mas fiquei sabendo somente ontem (sábado, 03/01/2009) enquanto fuçava na net, quem faria John Connor no filme Exterminador do Futuro 4, a Salvação. Para quem ainda não sabe, pasmem, é o nosso garoto morcego, ou melhor, o homem morcego. Para representar John Connor na sua fase adulta e líder, escolheram Christian Bale, o Batman dos últimos dois filmes. Eu gostei da escolha, só achei estranho que o menino que parecia meio boiola do segundo filme, depois o esquisito olhudo do terceiro filme, virasse esse homem lindo desse longa. É uma bruta evolução... E o Arnold? Vi em vários lugares teorias de participação ou não do governador. É claro que ele não está na sua melhor forma física, e ele aparecer no filme mais velho e mais gordinho, não é uma boa visão do T800, mas rola boatos que ele faz uma ponta no filme, ou emprestou seu lindo rostinho para CG (computação gráfica) a ser introduzida no filme. Verdade ou não, sei que está no filme outro fisioculturista, assim como Arnold era no primeiro, e que será um T800 também. O nome dele é Roland Kickinger, que ainda não é conhecido, mas provavelmente ficará depois de sua participação nessa continuação. O que tem demais? Porque me importo ao ponto de fazer uma postagem sobre isso? Para mim que gosto de continuações que tem sentido, é o marco do fim dessa trama. Desde o primeiro se fala na guerra das máquinas, e agora iremos ver o que realmente é. Vendo o trailer que está disponível na net, John Connor diz que o futuro está diferente do que a mãe dele contava, também, com tantas interferências, era de se esperar que teríamos mudanças consideráveis no futuro. Lembre-se de "Efeito Borboleta", a cada ação tomada pelo rapaz no passado, acarretava em mudanças. Eu não lembro o que aconteceu com a Sarah Connor no último filme, ela morre? O que acontece? Estou ansiosa para ver logo o filme, e ver se a expectativa de anos para ver essa guerra valeu a pena. Sobre quem é diretor, produtora e tal, é só pesquisar na net, não sou guia de filme. Se você está tão curioso como eu a previsão de estreia é 22 de maio de 2009. Que venha mais uma continuação, sem atores das outras continuações! Vouala!

domingo, 4 de janeiro de 2009

Outra vez aqui...

Se já não bastasse email, msn, orkut, flickr, sinto informar, mas existe mais uma "eu" na net. Não é overdose de Alexia, mas é o modo de usar a net para tudo que preciso. Email para mandar arquivos, msn para conversar, orkut para xeretar a vida alheia, e para que tenham o mesmo prazer ao xeretar a minha, flickr é para compartilhar a minha paixão por fotos, como outros abobados pela fotografia como eu, e finalmente, para que eu iria querer um blog? Confesso que é um pouco de inveja de muitos que conheço que tem, mas é claro que ao me perguntarem, porque eu fiz isso, eu irei responder: "eu gostaria de expressar minha opinião de diversos assuntos." Música, filmes, livros, comportamento, até a novela das oito se me der vontade. E é mais ou menos assim, que começo o meu blog. Como ainda não sei o que dizer, e aqui não é diário de adolescente (até porque já passei dessa fase, e estou curtindo minha pós-adolescência), não vou contar o que aconteceu no meu dia, até porque não aconteceu nada. Bem vindo ao meu blog. Vou me inspirar para escrever melhor, a minha próxima postagem, mas são 06:10, de um domingo, e ainda não dormi. Obrigada, e volte sempre!